Um dedo de prosa
Tempos Modernos |

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De uns anos para cá a internet apareceu para mudar a vida de todo mundo, portanto de um país gigante como o Brasil.
Lá onde nada se acredita que há vida mudana já tem luz elétrica, celular e mais recentemente a internet bateu à porta de todos e não se sabe mais quantos acessam a grande rede qualquer dia, a qualquer hora. Falo do meu Guarani.
Somos vistos nos quatro cantos do mundo e vemos quem interessar possa com alguns cliques e em tempo real. Até nestes lugares distantes, mas distante de onde, as cartas perderam a importância, os e-mails, os torpedos estão esclarecendo e pipocando por aí com o individuo fazendo negócio à distância ou mesmo estudando.
Quem haveria de prevê? Nos anos setenta era difícil até de ouvir rádio, mas logo a televisão deu as caras, e a notícia, o esporte, a educação e muito mais entretenimentos chegaram para ficar, instalados nos lares, nas escolas, plugados através de um fio, mais fino do que um fio de cabelo.
A evolução muito nos surpreende. Antigamente as coisas demoravam acontecer e quando uma coisa aparecia no longínquo Guarani, por exemplo, era motivo de muita euforia.
O rádio foi amor a primeira vista no final da década de cinquenta. Quem tinha um era assediado por quem não tinha e era difícil adquirir, então o pessoal fazia ponto nas casas de fazenda, se o coronel da época era flexível e abria as portas para os moradores e empregados se instalavam, inclusive com a família para ouvir a voz daquele homem misterioso falando difícil dentro daquela caixa e fazendo tocar música apreciada por todos. Havia até quem se arriscava um paço de dança, caso o
proprietário permitisse.
E o tempo parece ter passado rápido tanto quanto a evolução e até chegar os celulares parece não ter demorado e tem sido um sonho juntamente com a internet que encanta jovem e adulto. Os idosos entraram no ritmo da tecnologia e, meio sem saber manusear o aparelho, vão se comunicando com
o mundo que eles não conheciam há bem pouco tempo.
Usar eletrônicos é como coçar, basta começar.
Lá onde nada se acredita que há vida mudana já tem luz elétrica, celular e mais recentemente a internet bateu à porta de todos e não se sabe mais quantos acessam a grande rede qualquer dia, a qualquer hora. Falo do meu Guarani.
Somos vistos nos quatro cantos do mundo e vemos quem interessar possa com alguns cliques e em tempo real. Até nestes lugares distantes, mas distante de onde, as cartas perderam a importância, os e-mails, os torpedos estão esclarecendo e pipocando por aí com o individuo fazendo negócio à distância ou mesmo estudando.
Quem haveria de prevê? Nos anos setenta era difícil até de ouvir rádio, mas logo a televisão deu as caras, e a notícia, o esporte, a educação e muito mais entretenimentos chegaram para ficar, instalados nos lares, nas escolas, plugados através de um fio, mais fino do que um fio de cabelo.
A evolução muito nos surpreende. Antigamente as coisas demoravam acontecer e quando uma coisa aparecia no longínquo Guarani, por exemplo, era motivo de muita euforia.
O rádio foi amor a primeira vista no final da década de cinquenta. Quem tinha um era assediado por quem não tinha e era difícil adquirir, então o pessoal fazia ponto nas casas de fazenda, se o coronel da época era flexível e abria as portas para os moradores e empregados se instalavam, inclusive com a família para ouvir a voz daquele homem misterioso falando difícil dentro daquela caixa e fazendo tocar música apreciada por todos. Havia até quem se arriscava um paço de dança, caso o
proprietário permitisse.
E o tempo parece ter passado rápido tanto quanto a evolução e até chegar os celulares parece não ter demorado e tem sido um sonho juntamente com a internet que encanta jovem e adulto. Os idosos entraram no ritmo da tecnologia e, meio sem saber manusear o aparelho, vão se comunicando com
o mundo que eles não conheciam há bem pouco tempo.
Usar eletrônicos é como coçar, basta começar.

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